Arquivo mensal: novembro 2011

Experiência de Banco Comunitário é apresentada em reunião a representante do Governo do Estado do Pará.

“São os pequenos projetos que somam resultados, vamos trabalhar para promover e incentivar a inclusão social” foi assim que o diretor da Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção do Estado do Pará, Airton Lisboa Fernades, informou a respeito das ações voltadas a Economia Solidária que serão apoiadas pelo  governo do Pará, pauta da reunião realizada hoje (30) em Mosqueiro, na sede do Banco Comunitário Tupinambá.

 Além da Secretaria Especial do Estado do Pará, estavam presentes na reunião os representantes do Fórum Paraense de Economia Solidária, Instituto Capital Social, Cáritas Brasileira Regional Norte 2 / CNBB e Banco Tupinambá.

 De acordo com Gesina Aráujo, coordenadora do Fórum Paraense, os representantes das entidades apresentaram as estratégias da Economia Solidária e o Banco Comunitário Tupinambá ao diretor da Secretaria Especial do Estado do Pará. O Banco Tupinambá, localizado na Baia do Sol, é umas das experiências desenvolvidas pela Ecosol no Estado.

 Os bancos comunitários são serviços financeiros solidários promovidos em rede de forma associativa e comunitária, direcionados para a geração de trabalho e renda.

 Nesse primeiro momento a Secretaria Especial de Desenvolvimento do Estado do Pará se dispôs a conhecer outras experiências da Economia Solidária como forma de manter um diálogo para futuras ações voltadas ao desenvolvimento sustentável. Além disso, será incentivado o Fundo Nacional de Economia Solidária.

 Em entrevista, Airton Lisboa informa que o Governo do Estado do Pará ampara e apoia ações que invistam no desenvolvimento sustentável para obtenção de resultados sólidos. Segundo ele, a Secretaria Especial do Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção dará o apoio por meio de ações articuladas com outras entidades do governo.

Regional Norte da CNBB firma compromisso com a Economia Solidária

Durante a reunião de avaliação e planejamento do ano de 2012 do Regional Norte 2 da Conferência Nacional do Bispos do Brasil (CNBB), realizada nos dias 28 e 29, as pastorais e organismo presentes se comprometeram na arrecadação de assinaturas pela aprovação do Projeto de Lei pela Política Nacional de Economia Solidária.

 Estavam presentes na reunião a Pastoral da Criança, Pastoral Afro-descendentes, Cáritas Norte 2, Pastoral da DST/Aids, Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Instituto Pastoral de Regional (IPAR), Pastoral Social, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Comissão de Justiça e Paz (CJP), Catequese, Pastoral Familiar, Pastoral do Menor, Pastoral da Comunicação (Pascom), Pastoral da Juventude, Pastoral do Idoso, Cebi, Comire, CEBs e secretariado do Regional Norte 2 da CNBB.

 O projeto de Lei pela Política Nacional de Economia Solidária é uma iniciativa popular, o projeto visa criar o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária e tem como objetivos estabelecer as definições, princípios, diretrizes, objetivos e composição da Política Nacional de Economia Solidária e do Sistema Nacional de Economia Solidária, além de estabelecer o Fundo Nacional de Economia Solidária, por meio dos quais o poder público, com a participação da sociedade civil organizada, formulará e implementará políticas, planos, programas e ações com vistas a promover a economia solidária e assegurar o direito ao trabalho associado.

SUCESSO DA FEIRA DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA DA REDE CAPIM DE EPS EM PARAGOMINAS-PA

A Rede Capim de Economia Popular Solidária e Instituto Popular Amazônico realizou em Paragominas nos últimos dias 25, 26 e 27 de novembro, o 4º Seminário e 3ª Feira de Economia Popular Solidária. Mais de 100 participantes entre grupos culturais e empreendedores de Economia Solidária, como artesãos, cozinheiras, agricultores, etc. do nordeste paraense e representantes do governo participaram do evento.

Leia a matéria completa: clique aqui

Fonte: Instituto Popular Amazônico (IPA)

3ª Feira de Economia Solidária de Paragominas

A 3ª feira de Economia Solidária e Popular encerrou suas atividades no dia 27. Durante os três dias de programação, que começou dia 25, a Rede Capim e o Instituto Popular Amazônico (IPA), com o apoio da Cáritas Norte 2 – CNBB organizaram o evento com o intuito de promover o debate sobre a Economia Solidária e tornar concreta as ações de que outra economia já acontece.

Foram convidados para participar do evento Risolina Santos e Nubia Ribeiro, representantes da Secretária de Trabalho, Emprego e Renda (SETER) e Rose Santos do Centro de Referência de Assistência Social (CREA).

No segundo dia do evento, 26, foram apresentados os painéis em torno do debate da economia solidária como alternativa de desenvolvimento sustentável, solidário e territorial. O primeiro painel “Análise de conjuntura” foi exposto por Lindomar Silva, secretário da Cáritas Regional Norte 2. No segundo painel, “Panorama Nacional sobre a Economia Solidária”, foi apresentado por Ademar Bertucci, assessor da Cáritas Brasileira, e abordando a temática sobre a “Agricultura familiar e cultura (Políticas públicas e desafio e perspectivas da economia solidária)” Waldir Rodrigues, articulador estadual da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT) do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA)

 

Lindomar Silva, secretario Cáritas Norte 2

Lindomar Silva, secretario Cáritas Norte 2

 

Ademar Bertucci, assessor da Cáritas Brasileira

Ademar Bertucci, assessor da Cáritas Brasileira

 

Waldir Rodrigues, articulador estadual da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (SDT)

 

Após o término do 4ª seminário sobre Ecocol os participantes foram para a Praça Célio Miranda onde montaram e organizaram as barracas para a feira. Todos estavam motivados para expor seus produtos e aguardar as programações culturais. À noite foi contagiada pela apresentação do repentista João Batista, grupo folclórico Paranativo e apresentação de Marabalis.

Fotos da feira e atrações cultrais

Repentista João Batista e grupo

 

Grupo Paranativo

 

Grupo Folclórico Paranativo

 

Apresentação Marabalis

Apresentação Marabalis

 

Regional Norte 2 da CNBB realiza reunião de Avaliação e Planejamento para o ano de 2012

Hoje pela manhã o secretariado, pastorais e organismos do Regional Norte 2 da CNBB reuniram-se para a avaliação e planejamento do ano de 2012. A reunião irá ocorrer até amanhã, 29.

Estão presentes na reunião a Pastoral da Criança, Pastoral Afro-descendentes, Cáritas Norte 2, Pastoral da DST/Aids, Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Instituto Pastoral de Regional (IPAR), Pastoral Social, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Comissão de Justiça e Paz (CJP), Associação Nacional de Escolas Católicas (ANEC), Catequese, Pastoral Familiar, Pastoral do Menor, Pastoral da Comunicação (Pascom) e secretariado do Regional Norte 2 da CNBB.

Foi apresentada aos presentes a metodologia que será guiada o planejamento do regional. A reunião visa delinear quais os mecanismos e estratégias que a CNBB Norte 2 irá adotar para desenvolver as suas ações ao longo do ano de 2012 de acordo com a realidade de cada pastoral e organismos.

A avaliação e o planejamento tem como direção as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora do Brasil, esta já discutida durante a 33ª Assembleia de Pastoral do Regional Norte 2 da CNBB.

A 33ª Assembleia teve como objetivo avaliar os trabalhos das pastorais e aprofundar a ação evangelizadora da Igreja na Amazônia. A reunião fará uma avaliação interna das ações já realizadas pelas pastorais no ano de 2011.

Após a apresentação da metodologia que será adotada para a construção do planejamento, foi feito uma análise do ambiente externo e interno sobre as situações sociais, econômicas e políticas a que o Regional Norte 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil enfrenta.

Os presentes pontuaram algumas questões necessárias para debater durante a reunião e que deve compor a agenda do planejamento das pastorais: desenvolvimento e fortalecimento do trabalho entre os agentes de pastorais por meio da pastoral de conjunto, ou seja, trabalho em equipe; a questão da juventude; criminalização das ONGs e a banalização da vida, massificada pela grande mídia hegemônica.

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